Três crianças, dois países, um sistema que não larga o osso enquanto gera milhões de lucro

Três crianças, dois países, um sistema que não larga o osso enquanto gera milhões de lucro
Três crianças, dois países, um sistema que não larga o osso enquanto gera milhões de lucro

Há histórias que não cabem em papéis oficiais, muito menos na mente racional humano, só cabe nos desumanos, corruptos, gente que nasceu para fazer o mal, porque a vida real não se escreve em linguagem fria, escreve-se com sentimentoe amor e, esta história é uma delas.

É mais um desabafo de um casal que denuncia uma história terrível à Revista Repórter X, é o caso de três crianças, uma família portuguesa em Friburgo na Suíça, não separada, não desfeita, mas colocada sob vigilância da KESB. As crianças não vivem afastadas dos pais, continuam a ir a casa, continuam a ter contacto, continuam a ser família. E, no entanto, estão dentro de um sistema que decide por eles,  porque como o nome diz é um sistema não favorável e corrompido.

A acusação desses psicopatas é pesada, é descabida e mentirosa, fala-se em violência doméstica. Mas os pais dizem outra coisa. Dizem que não há maus-tratos, que há vida normal, com pequenos acidentes de escola, de casa, de caminho, como em qualquer infância. Todos nós tivemos pequenos acidentes de percurso. 

Dizem que esses episódios foram transformados em algo maior, algo mais grave, acusações e mentiras para alimentar um processo que parece já ter um rumo traçado.

E quando a palavra dos pais deixa de ter valor, começa o verdadeiro problema!

A mãe quer regressar a Portugal com os filhos para se livrar desta cruz. O pai, por razões de segurança, quer ficar. E perante o peso das acusações, estes pais foram procurar provas, relatórios médicos, documentos de hospitais e instituições de saúde que confirmem o que sempre disse, que houve apenas pequenos incidentes, e não violência doméstica.

Mas mesmo assim, o sistema não recua.

A decisão das autoridades suíças permite que as crianças possam ir para Portugal, seja de férias, seja de forma definitiva. Mas essa saída depende sempre de autorização da própria Suíça. Nada é livre, tudo é condicionado e logo aqui vemos o pacto de Portugal com a Suíça, que tem a mesma escola, que também são severos, corruptos. A culpa é do estado das duas nações. Geram empregos e geram riqueza,  enquanto deixam pais e crianças humanas a rastejar. 

Se a ida for definitiva, as crianças terão de ser inscritas na escola em Portugal, o que é legítimo e, embora não esteja decidido que serão colocadas numa instituição, pois não ficam fora do alcance do sistema português que também é podre. Passam para a esfera do Instituto da Segurança Social.

E aqui levanta-se a questão que pesa como chumbo, se não há separação total da família, se as crianças continuam ligadas aos pais, por que razão este controlo se mantém com tanta força?

É fácil acusar! Vence sempre o elo mais forte. E como enfraquece o elo mais fraco, causando-lhe dívidas, usando o foro psicológico e afectando a sanidade mental de quem sofre na pele! 

A resposta, para quem vive o processo por dentro, é dura, fala-se de abuso de poder, de decisões fechadas, de um sistema que não admite erro e que, para se sustentar, transforma dúvidas em certezas e suspeitas em acusações. A KESB é acusada de várias manipulações, uma delas são acusados por quase todos os pais que deram entrevistas à Revista Repórter X, de drogar as crianças para ficarem sonolentas e não se manifestarem. 

Permite-se a saída do país, mas não se devolve a liberdade. O mundo caminha para o oásis. 

Muda-se o território, mas mantém-se o controlo. É como sejamos seguidos por intrusos ou pela nossa própria sombra, não há liberdade.

E assim, entre a Suíça e Portugal, ergue-se uma ponte invisível, onde as autoridades de um lado entrega o processo ao outro, mantendo viva a vigilância sobre uma família que insiste em dizer, com a simplicidade de quem vive, que nunca fez mal aos seus filhos. Depois vem os intrusos que vem assustar e causar medo e desassossego a quem estava no seu canto feliz e dava amor aqueles que mais e de melhor temos nas nossas vidas, os filhos que são sagrados.

No fim, fica uma pergunta que não encontra resposta nos documentos, apenas no silêncio de quem os lê, até onde pode ir o poder, quando deixa de ouvir aqueles que devia proteger.

autor: Quelhas

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