Do luxo a sem nada; cavaleiro perde tudo, menos a dignidade

Do luxo a sem nada; cavaleiro perde tudo, menos a dignidade
Do luxo a sem nada; cavaleiro perde tudo, menos a dignidade

“Vivi e vivo uma história a ficar maluco, pensava que era um pesadelo e que ia acordar, mas quando acordei não era um pesadelo, mas sim um filme de horror psicológico.”

“Condenaram-me sem razão válida, estão a condenar também a minha filha. É uma destruição total para a menina que, na altura, tinha seis anos.”

“Hoje não posso falar com a minha filha ao telefone, a mãe corta o contacto por eu dizer a verdade à menina, hoje com nove anos.”

Na verdade, nós vemos todos os dias tragédias provocadas por ciúmes e muitas delas podem mesmo chegar a doenças e daí podem levar pessoas à loucura, que podem provocar reacções e haver mesmo mortos por vingança e tantas vezes vemos coisas insólitas nos telejornais!

“Não quero mais a minha filha a viver na mesma casa deste Yves Martin, meu antigo senhorio e vizinho. Sou o pai de Victória Cecile de Sousa Ricardo, espero que o mundo inteiro me escute como pai desamparado, de não poder proteger a sua filha de 9 anos, actualmente, dos abusos e outros.”

“Pascal Homme, o juiz da Veveyse, merece ser demitido como juiz. Nenhum humano no mundo deve ter o direito de fazer viver um terror de vida a um pai e à sua filha.”

“Não sei até onde vou, mas não vou parar e deixar esta covardia de pessoas a destruírem a vida de dois seres humanos.”

Sérgio Manuel de Sousa Ricardo não é um desconhecido. Há mais de uma década que o seu caminho se cruza com o de quem conhece o mundo equestre de perto. Foi conhecido há cerca de 12 anos no Blochmärit, o Mercado Bloch de Samuel Bloch, num tempo em que ainda tudo parecia possível.

Nesse ambiente, onde o cavalo é arte e disciplina, destacou-se um momento que não se esquece. A apresentação de Doma Vaquera, conduzida por Olivier Boutaud, campeão de França e Espanha, marcou pela sua grandeza. Mas também lá estava o cavaleiro português Sérgio Manuel de Sousa Ricardo, a mostrar Doma Clássica e adestramento de alto nível, com figuras de precisão e beleza raras. Foi um momento que deixou quem assistiu praticamente sem palavras, como se estivesse perante algo único.

Desde então, o seu percurso não foi apenas técnico, foi humano. Ajudou outros cavaleiros, partilhou saber, estendeu a mão quando foi preciso. Criaram-se laços, amizades que resistem ao tempo, porque quando alguém precisa, ele está lá.

A família Haslikehr, como outras, afeiçoou-se a Sérgio pela sua forma de estar, simples, serena, sem rumor. Trabalha com os cavalos com uma delicadeza rara, com calma, sem imposição, sem força, apenas com motivação. E é nessa motivação que constrói resultados que impressionam.

O que consegue alcançar com os cavalos, sem pressão, sem artifícios, sem dependência de instrumentos, revela algo que já não se ensina, nasce com o homem. Para muitos, isso não é técnica apenas, é arte verdadeira.

Tudo foi sucessos na vida do Sérgio, até que se meteram na vida dele.

“Todos os dias o meu vizinho, Yves Martin, senhorio e funcionário do estado comunal, entrava na minha casa por esta porta traseira. Esta merda deste comunal, Yves Martin, até se permitia dançar à minha frente porque estava protegido pela polícia de Châtel Saint Denis, l’agent Charrière.”

A Revista Repórter X soube pelo próprio testemunho do Sérgio, a viver na Suíça, que como pai foi preso por fazer queixa contra o senhorio, Yves Martin, por este meter fotografias dele com a sua filha no Facebook.

O cavaleiro está aborrecido e sente-se discriminado e prefere palavras duras contra quem o tramou.

“Chega de porcos no mundo!”

Segundo o emigrante, até Junho de 2024 batalhou para fazer o seu senhorio, Yves Martin, retirar essas fotografias de perfil no seu Facebook.

Sérgio Manuel de Sousa Ricardo ficou sem a sua menina para a mãe da sua filha, porque teve de ir embora para Portugal depois da cilada do vizinho e da mãe da sua filha.

O vizinho, Yves Martin, senhorio da casa, entrava-lhe em casa todos os dias, tinha acesso ao computador, publicava fotos da criança e do Sérgio, que era seu inquilino. Ao fazer queixa à polícia, o vizinho, proprietário da casa, Yves Martin, inverteu a queixa e o Sérgio foi preso 24 h muito amargas pela humilhação.

Tudo começa por repreender a mãe de sair com a filha para noitadas, o que a mãe não respeitou o pai nem a lógica, porque as crianças têm de deitar cedo e erguer cedo para ir para a escola.

Ambos, além do que fizeram, prejudicaram o Sérgio no negócio dos cavalos. Uma amiga do Sérgio e cliente tem-no defendido com unhas e dentes destas mentiras, e porque ele tem medo, por ter ficado traumatizado com a polícia, nem vem ver a filha porque sabe que a progenitora lhe vai fazer a vida negra de novo.

Essa amiga e cliente veio ao debate a Zurique para falar com o Cônsul de Zurique sobre as várias situações que colocaram o Sérgio como agressivo, como mau pai, como não respeitando os princípios e leis, quando foi a mãe da sua filha e o senhorio, Yves Martin, que o colocaram nesta vida amarga.

“Tenho muita pena de não poder estar presente convosco; preferiu escrever no WhatsApp.”

“Sérgio de Sousa, estiveste bem representado pela Cynthia, referiu o autor Quelhas.”

O pior para ele é a distância da filha, pela qual quer lutar pelo bem dela, porque diz que a mãe é fraca mãe e envolve a criança em coisas que não pode envolver. Acha estranho o pacto do senhorio, Yves Martin, e da mãe da sua filha, suspeita que a ex-companheira o autorizasse a entrar na casa enquanto o Sérgio se ausentava na venda e compra de cavalos e manutenção dos mesmos na quinta.

“Um seguidor que leu algo sobre o Sérgio na rede social através da Repórter X, disse; o pedido destas pais e mães que se apresentaram no debate em Zurique não é de todo exequível. Se o Estado português providenciar advogados para defender os pais que estão na Suíça, também terá que o fazer aos pais que se encontram no Luxemburgo, França, Bélgica, Alemanha, Espanha, Reino Unido e que se vêem confrontados com as mesmas dificuldades. São milhares de casos. É necessário resolver o problema a nível europeu.”

“Espero bem, com o povo unido, que estes casos sejam divulgados, que as histórias da Casa Pia, do Sócrates, ou Eva Keili, ou o caso Epstein não mais apareçam, onde os políticos e a justiça são só corrupção e complotismo a defender os bandidos e a incriminar os justos e a roubar o pobre.”

“Vivi uma corrupção total política e jurídica da parte de KESB, foi onde começou tudo na minha vida depois daqueles dois malandros me acusarem de coisas que não fiz, inclusive maus tratos nos meus cavalos, até o filme em que participei da Cruz Vermelha que eu realizei na Suíça, o meu nome desapareceu do genérico, ou agora recentemente onde trabalhei, em Art Basel com o meu cavalo destinado, o meu nome também não aparece, aparece o nome do outro cavalo e de outra pessoa.”

“Mas aqui em Portugal, o senhor presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, senhor Hélder, e o senhor Ângelo Silva, presidente do clube taurino de Salvaterra de Magos, tiveram o prazer de tirar o meu nome da história de Salvaterra de Magos, o meu nome do centenário da praça de toiros de Salvaterra de Magos e o meu nome dos forcados amadores de Salvaterra de Magos.”

Isto é uma vida paranormal, o que eu vivi, mas ao fim e ao cabo não é uma vida paranormal, é uma vida cheia de corrupção e ciúmes das pessoas do poder que afrontam e fodem a vida ao povo para terem muito eles, até o orgulho do que não fizeram eles querem ter, de o fazer.”

“Perdi tudo na minha vida, só tenho o meu corpo e o meu coração para chorar, mas não vou parar, vou dar o nome de todos de quem aí passou.”

“Vim para Portugal para me proteger e assim que cheguei vivi logo uma corrupção da PSL Associação do Cavalo Lusitano.

Foram tão covardes que nem filmaram a aprovação do meu cavalo em Lisboa em 2025 porque não queriam mostrar a corrupção e o abuso de poderes que fizeram e acabaram por contactar a cliente proprietária do cavalo, onde fizeram falsas declarações para me tirar o cavalo. Ao trabalho foi o senhor João Ralão, presidente da Associação do Cavalo Lusitano, e a advogada Kátia Weiss, antiga presidente da Associação do Cavalo Lusitano na Suíça.”

Estas pessoas são criminais diz Sérgio! “Nunca pensei na minha vida ouvir tanta mentira como ouvi nos tribunais da parte dos políticos e dos administradores.”

Um emigrante preferiu a seguinte frase: “Sérgio de Sousa, como o percebo. É um negócio muito rentável e com poucos riscos. Admiro a coragem do jornalista João Carlos Quelhas, porque no Luxemburgo os jornalistas estão proibidos de tratar estes assuntos com esta objectividade.”

O Sérgio nunca pensou viver um crime em banda organizada! “Que loucura eu vivi, estou a escrever o último capítulo ao juiz que me tirou os meus direitos, mas a mim não foi só um juiz, foi a administration équestre de Suisse, Portugal e France, porque não gostam das verdades.”

“Este mesmo juiz até apagaram o selo de uma carta para não aceitarem a minha resposta e para eu ficar cadastrado no registo criminal. Ao princípio eu pensava que era um erro dos correios, mas ao final foram os bandidos que apagaram o selo dos correios e eu fiquei cadastrado.”

Incompreendido diz; “São porcos, porcos, porcos, porcos.”

Um emigrante do Luxemburgo arremata: “Sérgio de Sousa, o problema é a falta de união e a grande necessidade de constituição de um colectivo que represente todas estas famílias. No Luxemburgo são retiradas centenas de crianças abusivamente às famílias na indiferença total das autoridades portuguesas. Na França é o escândalo dos abusos sexuais e prostituição de menores institucionalizadas.”

Vivemos numa sociedade em que os valores fundamentais estão subvertidos. Esta é a versão do Sérgio, contudo, sabemos que há duas partes da história e estamos abertos a ouvir as duas histórias, no entanto sabemos que há muitas injustiças para atingir fins e para isso existe a corrupção a todos os níveis.

Nota de introdução:

Há histórias que não se escrevem, suportam-se. Há vidas que não se contam de fora, sentem-se por dentro, no peso dos dias e no silêncio das noites. Esta é uma dessas histórias.

O que aqui se apresenta não é apenas um relato, é o testemunho de um homem que se vê arrancado àquilo que mais ama, a sua filha, e que luta, sozinho, contra um sistema que sente como distante, pesado e, por vezes, injusto. Entre decisões, acusações e acontecimentos difíceis de compreender para quem nunca os viveu, desenha-se um percurso de dor, mas também de resistência.

É necessário dizer com clareza, neste tipo de narrativa cruzam-se factos graves com emoções intensas. E quando assim é, há sempre o risco de quem lê não distinguir com facilidade o que é prova do que é desabafo. Por isso, este texto deve ser lido com atenção, com sentido crítico, mas também com humanidade.

Ao longo destas linhas surgem nomes, episódios e acontecimentos que pedem reflexão. Não se trata apenas de um conflito isolado, mas de uma realidade que, em muitos casos, ultrapassa fronteiras e atinge outras famílias em circunstâncias semelhantes.

No centro de tudo permanece aquilo que é mais antigo do que qualquer lei ou sistema, a ligação entre um pai e a sua filha. É essa ligação que dá sentido a cada palavra aqui escrita, é essa ausência que pesa em cada frase.

Mas há também um outro lado que não pode ser esquecido. Antes de tudo isto, há um homem com um percurso, com trabalho feito, com reconhecimento na sua área. Um homem que dedicou a sua vida aos cavalos, à arte equestre, à disciplina e à transmissão de conhecimento. Essa dignidade não pode ser apagada pelos acontecimentos que se seguiram.

Este texto não pretende impor uma verdade absoluta, mas sim abrir espaço à reflexão, dar voz a quem sente não a ter, e expor uma realidade que merece ser olhada de frente.

Porque quando a verdade é forte, não precisa de ser elevada pela força, precisa apenas de ser mostrada.

autor Quelhas

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Revista Repórter X / Repórter Editora

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