14.ª Gala Revista Repórter X: a maior celebração da cultura portuguesa na Suíça

14.ª Gala Revista Repórter X: a maior celebração da cultura portuguesa na Suíça
14.ª Gala Revista Repórter X: a maior celebração da cultura portuguesa na Suíça

Aconteceu a grande 14.ª Gala Revista Repórter X de sucesso, num espaço de carácter raro, com palco de gavetões e cortinados ao estilo do cinema antigo, onde a arte respira, a cultura se revela e a comunidade se reencontra.

Onde a cultura se encontrou, onde a memória se levantou, onde as vozes ganharam lugar.

A data de 2 de Maio de 2026 ficará marcada na história de todos os participantes no Centro Dona Olímpia da minha amiga Jenny Silva, que abriu as portas à cultura portuguesa entre várias expressões artísticas.

Um local com estacionamento gratuito, esplanada, restaurante no R/C e o Centro cultural no 1° andar.

O João Carlos Veloso Gonçalves, “Quelhas” escreveu antes da Gala o que o Zé Figueiras apresentador da SIC disse em palco: ‘um espaço de carácter raro, com palco de gavetões e cortinados ao estilo do cinema antigo, onde a arte respirou, a cultura se revelou e a comunidade se reencontrou em mais uma Gala onde muitos ficaram de fora e queriam participar e houve também quem desperdiçou e foi assinalado pela falta’.

Serviu-se o jantar, muito bom, num ambiente de convívio que preparou a noite depois de termos saciado a fome e a sede com bons productos e boa confecção dos mesmos productos feitos com amor. Após o jantar, iniciou-se o evento com o DJ Mike – Miguel Vilaça a abrir musicalmente a Gala.

A apresentação ficou a cargo de Zé Figueiras, na presença de Jenny Silva, que chamou todos os convidados ao palco, tendo sido cantado o hino nacional, “A Portuguesa”.

Seguiu-se a intervenção de João Carlos Veloso Gonçalves, “Quelhas”, que agradeceu um a um, num gesto directo, humano e sentido. Enquanto isso, a fotógrafa da Revista Repórter X, Hermínia Rodrigues Dorici e Abílio Novais da Rádio Terras de Lanhoso, registavam os momentos em fotografia e vídeo e directos. Ouviram-se palmas a cada momento que cada convidado subia ao palco. 

Ao longo da noite, a Gala foi-se construindo com gastronomia, música, dança, canto, fado, literatura, livros, arte plástica,  moda, homenagens, discursos, testemunhos sociais, bancas de exposições várias, e presença viva da comunidade.

Cantaram e divertiram o público imenso; Tom Sawyer, Zé Figueiras e Álvaro Tai Ho. O DJ Mike passou músicas letradas do autor Quelhas entre outras. O fado à capela foi interpretado por Ruth Collaço e Álvaro Tai Ho. A literatura teve voz com Ruth Collaço, Zezinha Peniche, Ígor Lopes e Álvaro Tai Ho. A apresentação prosseguiu com Zé Figueiras e Jenny Silva, assumindo Ígor Lopes a condução da segunda parte.Houve um alinhamento diferente, com uma parte de moda mais alongada, através da Kamakosa51, representada pela atriz e modelo Carla Debbie e as modelos Carla Debbie, Jenny Silva, Carla Silva, Paula Leal, Ruth Collaço, Alice Tavares, Zezinha Peniche, Claudia Carmo, Isabel Ramos, Sónia Prado, Patrizia, Fátima, Isabel Loreto e Linda Augusto.
Os momentos de livros reuniram autores e obras, com Ruth Collaço, Zezinha Peniche, Álvaro Tai Ho, Ígor Lopes e João Carlos Veloso Gonçalves, Quelhas. 

 Na arte plástica reuniram  obras de Ruth Collaço  e Quelhas. Nas Bancas reuniram as lojas de Nini Shop, Cake Designer e Thermomix.

Houve troca de livros entre autores, com destaque para a homenagem musical através da letra “7 mulheres do Minho de Zeca Afonso”, ligada aos livros “Rancho Folclórico Maria da Fonte da Casa do Minho do Rio de Janeiro” no Brasil e “Terra das Marias da Fonte ou fontanário, história com histórias”, na Póvoa de Lanhoso, numa ligação forte entre o jornalista Ígor Lopes e o escritor João Carlos Veloso Gonçalves, Quelhas, entre memória, Minho, palavra e identidade.

As 7 homenagens foram realizadas ao longo do evento, mas ficam reunidas no seu significado comum, DJ Mike, Rádio Terras de Lanhoso – Abílio Novais, o Deputado José Dias Fernandes, Ruth Collaço, Ígor Lopes, Jenny Silva e Álvaro Tai Ho. Homenagens importantes pelo trabalho comum de cada um, cultural e de partilha na comunidade lusófona. 

Houve intervenção do Deputado José Dias Fernandes, de Carlos Abreu da Juventude do Chega e de João Carlos Veloso Gonçalves, Quelhas, ambos Delegados do Chega no Consulado Geral de Zurique, num momento que não se centrou na política, mas sim na sociedade e na sociologia e nos problemas dos emigrantes. Muito aplaudidos! 

Foram também ouvidas duas mães que perderam filhos para o sistema suíço, KESB, Carla da Silva e Paula Leal, testemunhos duros, humanos e necessários, daqueles que não se esquecem quando a noite termina. Haviam ainda no mínimo quatro lesados dos seguros, SUVA, que não quiseram falar publicamente. Apenas foi referido o nome de Alice Tavares, por já ter sido tornado público em debates e na Revista Repórter X, enquanto os outros continuam a sofrer em silêncio. Ainda assim, todos se fizeram ouvir através da intervenção do Deputado José Dias Fernandes, que expôs esses problemas no plano humano, social e de justiça.

Foi recordada a descrição do espaço, tal como já tinha sido descrita por João Carlos Veloso Gonçalves, Quelhas, e reforçada em palco por Zé Figueiras, um espaço de carácter raro, com palco de gavetões e cortinados ao estilo do cinema antigo, onde a arte respirou, a cultura se revelou e a comunidade se reencontrou.

Já na parte final, Zé Figueiras cantou o TIROLÊS, segue o Tom Sawyer e de seguida o DJ Mike encerraram a Gala no seu tempo.Só depois disso é que o público foi se dispersando, regressando aos vários cantões, Zurique, Zug, Uri, Friburgo, Ticino, Luzern, Glarus,  Vaud, Aargau, Thurgau, St. Gallen, e ainda a outros destinos, incluindo Portugal, França e diferentes pontos da Suíça. 

Apesar das exigências, diferenças e dificuldades próprias de uma realização desta dimensão, a Gala realizou-se com sucesso, foi mais um sucesso, através de esforço, organização, carinho e interajuda. Tivemos o apoio do Centro Dona Olímpia – Jenny Silva, Immohause Portugal – Pedro Malhoa, Esporal, Mercearia com especialidade portuguesa e espanhola – Fernando da Costa, Agência de Viagens Nunes e uma empresa que pediu anonimato!  

A Gala Revista Repórter X afirma-se como um espaço real de encontro, cultura, memória e voz, sobretudo muitas oportunidades para os nossos emigrantes na Diáspora. Isto porque a Revista Repórter X representa o povo e o povo somos nós. Para ver e ler todos os trabalhos de imagem e fotografia podem ir à página da Revista Repórter X, os trabalhos de Hermínia Rodrigues e Rádio Terras de Lanhoso, Abílio Novais no Facebook. 

Nota de rodapé:

Antes do evento, o fundador João Carlos Veloso Gonçalves, “Quelhas”, foi entrevistado pela escritora, oradora e artista plástica Ruth Collaço no Hotel und Restaurant zum Goldenen Kopf. Após o evento, foi novamente entrevistado pelo jornalista Ígor Lopes da Agência Incomparáveis na Sala Revista Repórter X.

Um evento que fica na história, será memorável, depois do evento ficaram os registos, não só pela Comunicação Social, mas por vários directos que deram a conhecer ao mundo a maior e melhor Gala fora de Portugal.

Revista Repórter X Editora Schweiz / Repórter Editora

Editor, João Carlos Veloso Gonçalves ‘Quelhas’

Director, Ângela Tinoco

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