Imigração abranda na Suíça em 2025: Saiba de onde veem.

Imigração abranda na Suíça em 2025: Saiba de onde veem.
Imigração abranda na Suíça em 2025: Saiba de onde veem.

Entradas recuam pelo segundo ano consecutivo

A imigração em Suíça desacelerou novamente em 2025 e, ainda assim, manteve volumes elevados. No entanto, segundo dados oficiais, 165.386 pessoas instalaram-se de forma permanente no país. Ainda assim, este valor representa menos 5.221 entradas face a 2024. Em paralelo, 82.659 estrangeiros deixaram o território, o que significa um aumento anual de 4,8%. Assim, a dinâmica migratória revelou sinais claros de ajustamento.

Origem dos imigrantes mantém padrão europeu

Por um lado, a maioria dos recém-chegados veio de países da União Europeia/AELE. No total, 120.965 pessoas chegaram destes Estados. Por outro lado, 44.421 cidadãos vieram de países terceiros. Consequentemente, o recuo global situou-se em 3,1%.
Entre as nacionalidades mais representadas destacaram-se Alemanha (25.831), França (20.233), Itália (17.839), Portugal (11.365) e Espanha (10.921).
Além disso, Roménia (6.756), Polónia (5.326), Afeganistão (3.450), Turquia (3.168) e Hungria (2.872) também registaram fluxos relevantes.

Saídas aumentam e pressionam saldo migratório

Entretanto, as partidas cresceram, sobretudo entre cidadãos europeus. 64.103 saídas corresponderam a nacionais da UE/AELE. Em simultâneo, 18.556 pessoas de países terceiros deixaram a Suíça. Assim, a imigração líquida caiu para 74.675 pessoas, ou seja, menos 10,5% do que no ano anterior. Este é o segundo ano consecutivo de descida, reforçando a tendência.

População estrangeira continua expressiva

No final de 2025, viviam no país mais de 2,4 milhões de estrangeiros. Entre eles, sobressaem italianos, alemães, portugueses e franceses. Apesar do abrandamento, a presença estrangeira continua estrutural.

Trabalho e família explicam movimentos

Na maioria dos casos, a mudança ocorreu por reagrupamento familiar, sobretudo em zonas urbanas. Além disso, 93.086 pessoas entraram com contrato sem termo. Destas, 84.487 eram provenientes da UE/AELE. Portanto, o mercado laboral continua a ser o principal motor migratório.

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