Uma grande indústria de carne infestada de trabalhadores ao negro não declarados
Uma empresa na Suíça de Friburgo contratou oito falsos portugueses que na realidade vieram do Brasil. Dois gestores da empresa que os enviou para a Suíça foram denunciados à justiça francesa.
No papel, as licenças (permis B) concedidas a oito trabalhadores “portugueses” estavam na perfeita ordem e eram válidas. Exceto um pormenor: estes oito especialistas em corte de carne eram apenas portugueses com documentos (falsos), e na verdade vinham do Brasil. Foram enviados para a Suíça por uma empresa francesa, munidos de documentos portugueses falsos, fornecidos a troco de uma modesta contribuição pessoal de 2.500 euros a pagar pelos trabalhadores.
O Ministério Público de Friburgo condenou estes trabalhadores não declarados, contratados de boa-fé em Estavayer por um grossista de carne, a penas de dois a três meses de multa suspensa por falsificação de certificados, uso de falsificação, permanência e trabalho ilegal.
Equipados com os seus documentos falsos (alguns tinham vários), tinham sido enviados para a Suíça por um grossista de carne francês com uma sucursal de “coquille vide” em Sion, que os fez contratar pelo talhante industrial de Estavayer.
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