CFF fecha contrato histórico com a Siemens Mobility: 116 novos comboios

CFF fecha contrato histórico com a Siemens Mobility: 116 novos comboios
CFF fecha contrato histórico com a Siemens Mobility: 116 novos comboios

Um investimento que redefine o futuro da mobilidade

CFF fecha contrato histórico com a Siemens Mobility: 116 novos comboios vão transformar o transporte ferroviário suíço. Os Caminhos-de-Ferro Federais Suíços (CFF) deram um passo decisivo rumo ao futuro ao assinarem um contrato de dois mil milhões de francos suíços com a Siemens Mobility. Este acordo prevê a entrega de 116 novas composições de dois andares, destinadas principalmente ao RER de Zurique e à Suisse Romande, com destaque para as linhas RER Vaud e Martigny–Annemasse.

Com esta iniciativa, os CFF procuram modernizar a frota e melhorar significativamente a experiência dos passageiros, respondendo às exigências crescentes de mobilidade sustentável e eficiente.

Siemens vence concurso competitivo

Após um processo rigoroso que incluiu três propostas distintas, a Siemens destacou-se claramente da concorrência. De acordo com o presidente dos CFF, Vincent Ducrot, a proposta alemã obteve a melhor pontuação global, sem margem para dúvidas.

De facto, a proposta vencedora destacou-se não apenas pelos custos de investimento equilibrados, mas também pela eficiência energética, pela manutenção otimizada e pelos sólidos critérios de sustentabilidade. Além disso, todos estes fatores desempenharam um papel decisivo na escolha final, uma vez que, atualmente, a transição ecológica é uma prioridade nacional.

Comboios mais espaçosos, confortáveis e acessíveis

As novas composições trarão melhorias notáveis em conforto e capacidade. Cada comboio terá 150 metros de comprimento, 540 lugares sentados e oito zonas multifuncionais para bicicletas, bagagens e passageiros em pé.

Durante as horas de ponta, os comboios poderão circular em dupla composição, alcançando 300 metros de comprimento e acomodando mais de mil passageiros sentados.

Além disso, todos os veículos contarão com acesso a piso rebaixado, tomadas elétricas em ambas as classes e duas casas de banho, uma delas adaptada a pessoas com mobilidade reduzida. Na primeira classe, os viajantes desfrutarão de assentos ajustáveis e mais espaço pessoal, reforçando o compromisso dos CFF com o conforto.

👉 Mais conforto, mais espaço e mais eficiência — uma nova era para o transporte público suíço.

Produção internacional com benefícios locais

Embora a produção principal ocorra na fábrica de Krefeld, na Alemanha, perto de Düsseldorf, diversos componentes serão fabricados na Suíça, assegurando benefícios diretos para a economia local.

A manutenção também será garantida no território suíço, criando emprego qualificado e transferência de tecnologia. A produção começará em 2028, com testes e certificações previstos para 2029, e entrada em operação a partir de 2031.

Controvérsias e reações ao contrato

A decisão dos CFF gerou reação imediata da concorrente suíça Stadler, que ficou decepcionada com a derrota. Segundo a empresa, a diferença de preço em relação à Siemens foi de apenas 0,6%.

O sindicato Unia também expressou forte crítica, considerando “incompreensível” que um contrato tão significativo fosse atribuído a uma empresa estrangeira. O sindicato argumenta que, como empresa pública, os CFF têm o dever de apoiar a indústria nacional, solicitando transparência nos critérios de avaliação.

Apesar das críticas, Vincent Ducrot mostrou-se confiante na robustez do processo, afirmando que os CFF “são extremamente rigorosos” nas suas avaliações e que eventuais recursos dificilmente alterarão a decisão final.

Um passo firme rumo à inovação ferroviária

Este contrato representa mais do que uma simples compra de comboios — é um investimento estratégico no futuro da mobilidade suíça, que alia inovação tecnológica, eficiência energética e melhoria da qualidade do serviço público.

Com esta aposta, os CFF reafirmam o seu compromisso com a sustentabilidade e consolidam a Suíça como referência europeia em transporte ferroviário moderno.

🚉 O futuro dos comboios suíços já está em marcha — e promete revolucionar a forma como o país se desloca.

Um investimento que redefine o futuro da mobilidade

CFF fecha contrato histórico com a Siemens Mobility: 116 novos comboios vão transformar o transporte ferroviário suíço. Os Caminhos-de-Ferro Federais Suíços (CFF) deram um passo decisivo rumo ao futuro ao assinarem um contrato de dois mil milhões de francos suíços com a Siemens Mobility. Este acordo prevê a entrega de 116 novas composições de dois andares, destinadas principalmente ao RER de Zurique e à Suisse Romande, com destaque para as linhas RER Vaud e Martigny–Annemasse.

Com esta iniciativa, os CFF procuram modernizar a frota e melhorar significativamente a experiência dos passageiros, respondendo às exigências crescentes de mobilidade sustentável e eficiente.

Siemens vence concurso competitivo

Após um processo rigoroso que incluiu três propostas distintas, a Siemens destacou-se claramente da concorrência. De acordo com o presidente dos CFF, Vincent Ducrot, a proposta alemã obteve a melhor pontuação global, sem margem para dúvidas.

A oferta vencedora distinguiu-se pelos custos de investimento equilibrados, pela eficiência energética, pela manutenção otimizada e pelos sólidos critérios de sustentabilidade. Estes fatores foram determinantes para a escolha, num momento em que a transição ecológica é prioridade nacional.

Comboios mais espaçosos, confortáveis e acessíveis

As novas composições trarão melhorias notáveis em conforto e capacidade. Cada comboio terá 150 metros de comprimento, 540 lugares sentados e oito zonas multifuncionais para bicicletas, bagagens e passageiros em pé.

Durante as horas de ponta, os comboios poderão circular em dupla composição, alcançando 300 metros de comprimento e acomodando mais de mil passageiros sentados.

Além disso, todos os veículos contarão com acesso a piso rebaixado, tomadas elétricas em ambas as classes e duas casas de banho, uma delas adaptada a pessoas com mobilidade reduzida. Na primeira classe, os viajantes desfrutarão de assentos ajustáveis e mais espaço pessoal, reforçando o compromisso dos CFF com o conforto.

👉 Mais conforto, mais espaço e mais eficiência — uma nova era para o transporte público suíço.

Produção internacional com benefícios locais

Embora a produção principal ocorra na fábrica de Krefeld, na Alemanha, perto de Düsseldorf, diversos componentes serão fabricados na Suíça, assegurando benefícios diretos para a economia local.

A manutenção também será garantida no território suíço, criando emprego qualificado e transferência de tecnologia. A produção começará em 2028, com testes e certificações previstos para 2029, e entrada em operação a partir de 2031.

Controvérsias e reações ao contrato

A decisão dos CFF gerou reação imediata da concorrente suíça Stadler, que ficou decepcionada com a derrota. Segundo a empresa, a diferença de preço em relação à Siemens foi de apenas 0,6%.

O sindicato Unia também expressou forte crítica, considerando “incompreensível” que um contrato tão significativo fosse atribuído a uma empresa estrangeira. O sindicato argumenta que, como empresa pública, os CFF têm o dever de apoiar a indústria nacional, solicitando transparência nos critérios de avaliação.

Apesar das críticas, Vincent Ducrot mostrou-se confiante na robustez do processo, afirmando que os CFF “são extremamente rigorosos” nas suas avaliações e que eventuais recursos dificilmente alterarão a decisão final.

Um passo firme rumo à inovação ferroviária

Este contrato representa mais do que uma simples compra de comboios — é um investimento estratégico no futuro da mobilidade suíça, que alia inovação tecnológica, eficiência energética e melhoria da qualidade do serviço público.

Com esta aposta, os CFF reafirmam o seu compromisso com a sustentabilidade e consolidam a Suíça como referência europeia em transporte ferroviário moderno.

🚉 O futuro dos comboios suíços já está em marcha — e promete revolucionar a forma como o país se desloca.

Um investimento que redefine o futuro da mobilidade

Os Caminhos-de-Ferro Federais Suíços (CFF) deram um passo decisivo rumo ao futuro ao assinarem um contrato de dois mil milhões de francos suíços com a Siemens Mobility. Este acordo prevê a entrega de 116 novas composições de dois andares, destinadas principalmente ao RER de Zurique e à Suisse Romande, com destaque para as linhas RER Vaud e Martigny–Annemasse.

Com esta iniciativa, os CFF procuram modernizar a frota e melhorar significativamente a experiência dos passageiros, respondendo às exigências crescentes de mobilidade sustentável e eficiente.

Siemens vence concurso competitivo

Após um processo rigoroso que incluiu três propostas distintas, a Siemens destacou-se claramente da concorrência. De acordo com o presidente dos CFF, Vincent Ducrot, a proposta alemã obteve a melhor pontuação global, sem margem para dúvidas.

De facto, a proposta vencedora destacou-se graças aos custos de investimento equilibrados, à elevada eficiência energética, à manutenção otimizada e aos rigorosos critérios de sustentabilidade. Além disso, estes elementos foram determinantes para a decisão final, uma vez que, num contexto em que a transição ecológica se tornou uma prioridade nacional, as soluções sustentáveis assumem cada vez mais importância.

Comboios mais espaçosos, confortáveis e acessíveis

As novas composições trarão melhorias notáveis em conforto e capacidade. Cada comboio terá 150 metros de comprimento, 540 lugares sentados e oito zonas multifuncionais para bicicletas, bagagens e passageiros em pé.

Durante as horas de ponta, os comboios poderão circular em dupla composição, alcançando 300 metros de comprimento e acomodando mais de mil passageiros sentados.

Além disso, todos os veículos contarão com acesso a piso rebaixado, tomadas elétricas em ambas as classes e duas casas de banho, uma delas adaptada a pessoas com mobilidade reduzida. Na primeira classe, os viajantes desfrutarão de assentos ajustáveis e mais espaço pessoal, reforçando o compromisso dos CFF com o conforto.

👉 Mais conforto, mais espaço e mais eficiência — uma nova era para o transporte público suíço.

Produção internacional com benefícios locais

Embora a produção principal ocorra na fábrica de Krefeld, na Alemanha, perto de Düsseldorf, diversos componentes serão fabricados na Suíça, assegurando benefícios diretos para a economia local.

A manutenção também será garantida no território suíço, criando emprego qualificado e transferência de tecnologia. A produção começará em 2028, com testes e certificações previstos para 2029, e entrada em operação a partir de 2031.

Controvérsias e reações ao contrato

A decisão dos CFF gerou reação imediata da concorrente suíça Stadler, que ficou decepcionada com a derrota. Segundo a empresa, a diferença de preço em relação à Siemens foi de apenas 0,6%.

Por outro lado, o sindicato Unia manifestou uma crítica contundente, considerando incompreensível que um contrato de tamanha importância tenha sido atribuído a uma empresa estrangeira. Além disso, a organização sublinha que, sendo os CFF uma empresa pública, estes têm a responsabilidade de apoiar a indústria nacional. Consequentemente, o sindicato exige maior transparência nos critérios de avaliação, reforçando assim a necessidade de clareza e equidade em todo o processo.

Apesar das críticas, Vincent Ducrot mostrou-se confiante na robustez do processo, afirmando que os CFF “são extremamente rigorosos” nas suas avaliações e que eventuais recursos dificilmente alterarão a decisão final.

Um passo firme rumo à inovação ferroviária

Assim, este contrato vai muito além de uma simples aquisição de comboios, pois representa um investimento estratégico no futuro da mobilidade suíça. De facto, ele combina inovação tecnológica, eficiência energética e uma melhoria contínua da qualidade do serviço público, reforçando, portanto, o compromisso do país com um transporte moderno e sustentável.

Com esta aposta, os CFF reafirmam o seu compromisso com a sustentabilidade e consolidam a Suíça como referência europeia em transporte ferroviário moderno.

🚉 O futuro dos comboios suíços já está em marcha — e promete revolucionar a forma como o país se desloca.

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