RETENÇÃO NA FONTE DO IRS E DEVOLUÇÃO TARDIA PENALIZAM PENSIONISTAS

RETENÇÃO NA FONTE DO IRS E DEVOLUÇÃO TARDIA PENALIZAM PENSIONISTAS.
RETENÇÃO NA FONTE DO IRS E DEVOLUÇÃO TARDIA PENALIZAM PENSIONISTAS.

RETENÇÃO NA FONTE DO IRS E DEVOLUÇÃO TARDIA PENALIZAM PENSIONISTAS. Em Portugal, um pensionista que recebe 2.000 euros por mês vê o imposto sair antes de qualquer escolha, antes de qualquer despesa, antes de qualquer defesa.

(é sempre bom perguntar e saber ideias e factos de quem está pensionado por invalidez ou reformado pela idade, se faz o IRS ao fim do ano e se recebe a Retenção que paga à cabeça todos os meses na pensão ou reforma?)

(caso não receba, tem de pedir a Retenção anual que paga mensalmente, se não pedir, talvez o Governo se cale, logo será um roubo silencioso que o Governo faz aos contribuintes.)

Todos os meses, o Estado retém à cabeça cerca de 32,75 por cento, o que corresponde a 655 euros. Ao fim de um ano, esta retenção soma 7.860 euros. O pensionista vive, mês após mês, apenas com o que sobra.

No final do ano fiscal, feita a conta real do IRS, o imposto efectivo situa-se em torno de 12,5 por cento, o que corresponde a 3.000 euros anuais. A diferença, 4.860 euros, só é devolvida se o pensionista entregar a declaração e reclamar o valor. Caso não o faça, o dinheiro fica definitivamente nos cofres do Estado.

A realidade é simples e abusiva por parte do Estado. O dinheiro sai sempre. A devolução é tardia, incerta e depende da capacidade do cidadão agir. Para muitos idosos, doentes ou emigrantes, essa devolução nunca chega, porque não têm capacidade física, porque são analfabetos ou porque, simplesmente, se perdem no labirinto burocrático.

“Não se trata de teoria fiscal. Trata-se de dinheiro que falta todos os meses à mesa de quem já trabalhou uma vida inteira para encher o cu aos políticos do sistema corrupto português.”  

ESCLARECIMENTO SOBRE O IVA EFECTIVAMENTE PAGO:

No mesmo cenário, dos 1.345 euros mensais que sobram após a retenção, se forem gastos em bens alimentares essenciais sujeitos a IVA de 6 por cento, o IVA pago ronda 76 euros por mês, o que corresponde a cerca de 912 euros por ano.

Este valor corresponde apenas à alimentação essencial. Na vida real, existem também bens e serviços sujeitos às taxas de IVA de 13 e 23 por cento. Considerando uma distribuição realista do consumo, o IVA médio efectivo situa-se entre 15 e 18 por cento, o que corresponde a cerca de 200 a 240 euros pagos por mês.

Em termos anuais, o IVA pago varia entre aproximadamente 2.400 e 2.800 euros. Mesmo depois do imposto retido à cabeça de 32,75 por cento, o pensionista continua a entregar vários milhares de euros por ano ao Estado através do consumo corrente.

CONCLUSÃO CLARA:

No mesmo cenário, dos 1.345 euros mensais que sobram após a retenção à cabeça, o IVA pago não se limita à alimentação essencial.

Na vida real, esse dinheiro é gasto em várias categorias do quotidiano, alimentação essencial, IVA 6 por cento, electricidade, gás, água e restauração simples, IVA 13 por cento, comunicações, combustíveis, vestuário, produtos de higiene, electrodomésticos e serviços diversos, IVA 23 por cento.

Quando se faz uma média realista de consumo, o IVA efectivo pago situa-se entre 15 e 18 por cento do valor gasto, não 6 por cento nem 23 por cento.

Isso significa que, dos 1.345 euros mensais, o IVA pago ronda entre 200 e 240 euros por mês.

Em termos anuais:
IVA mínimo realista, cerca de 2.400 euros.
IVA mais provável, cerca de 2.800 euros por ano.

Mesmo depois do imposto retirado à cabeça de 32,75 por cento, o pensionista continua a entregar milhares de euros ao Estado através do consumo diário.

Nota Breve:

Faça o IRS no final do ano e peça o reembolso da Retenção da fonte do IRS.

autor: Quelhas 

Seja o primeiro a comentar

Deixe seu comentário