Portugal: Imigrante ilegal recusou sair do hospital por 6 meses exigindo casa para viver

Portugal: Imigrante ilegal recusou sair do hospital por 6 meses exigindo casa para viver
Portugal: Imigrante ilegal recusou sair do hospital por 6 meses exigindo casa para viver

Caso prolongado num hospital público

Portugal: Imigrante ilegal recusou sair do hospital por 6 meses exigindo casa para viver. Durante quase seis meses, um imigrante em situação ilegal recusou abandonar o Hospital Professor Doutor Fernando da Fonseca, na Amadora, apesar de ter alta clínica confirmada.
Consequentemente, a situação gerou tensão contínua, insegurança crescente e constrangimentos graves para profissionais de saúde e outros doentes internados.
Segundo informação apurada, o episódio só terminou após intervenção policial, já no início de dezembro.

Entrada hospitalar e alta médica

O cidadão estrangeiro deu entrada nas urgências hospitalares a 7 de maio, apresentando queixas neurológicas avaliadas pelos médicos.
Entretanto, após vários exames e observação clínica, os profissionais concluíram que o estado de saúde evoluía favoravelmente.
Assim, no dia 16 de maio, a equipa médica atribuiu alta clínica formal, considerando inexistente qualquer necessidade de internamento prolongado.

Recusa em abandonar o serviço

Apesar da decisão médica, o doente recusou sair da unidade hospitalar, alegando precisar de uma cirurgia nunca validada clinicamente.
Além disso, passou a ocupar o serviço de Neurologia como se fosse uma habitação improvisada, permanecendo no local dia e noite.
Com o passar do tempo, o comportamento tornou-se progressivamente agressivo, levando a episódios frequentes de intimidação.

Ambiente de medo e intimidação

De forma reiterada, o homem dirigiu ameaças verbais a médicos, enfermeiros e assistentes operacionais, criando um clima de receio constante.
Por esse motivo, a administração hospitalar viu-se obrigada a condicionar o acesso ao serviço, numa medida excecional de segurança.
Ainda assim, os constrangimentos mantiveram-se, afetando o normal funcionamento do serviço e o bem-estar dos restantes doentes.

Exigências sem fundamento clínico

Apesar de múltiplas avaliações, o hospital confirmou que não existia indicação médica para cirurgia.
No entanto, o indivíduo insistiu repetidamente na intervenção e, adicionalmente, exigiu que o Estado lhe atribuísse uma habitação.
Segundo fontes hospitalares, essa exigência foi apresentada como condição para abandonar o edifício.

Histórico clínico e situação legal

Antes de chegar à Amadora, o homem tinha sido observado no Hospital de São José, em Lisboa, com igual conclusão médica.
Posteriormente, deslocou-se acompanhado por um irmão, que também terá pressionado profissionais de saúde.
Paralelamente, apurou-se que o cidadão se encontrava em situação irregular em Portugal, com uma ordem de expulsão pendente.

Desfecho com intervenção policial

Finalmente, no dia 4 de dezembro, as autoridades foram chamadas ao hospital, pondo termo ao impasse prolongado.
Dessa forma, terminou um caso que expôs fragilidades no sistema e levantou preocupações sobre segurança em unidades públicas.

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