Desmentido às acusações sobre autocarros nas presidenciais e crítica ao jornal Bom Dia do Luxemburgo e ao ex-deputado Paulo Pisco:

Desmentido às acusações sobre autocarros nas presidenciais e crítica ao jornal Bom Dia do Luxemburgo e ao ex-deputado Paulo Pisco:
Desmentido às acusações sobre autocarros nas presidenciais e crítica ao jornal Bom Dia do Luxemburgo e ao ex-deputado Paulo Pisco:

O jornal Bom Dia do Luxemburgo só publica lixo…! 

Desta feita foi do ex-deputado Paulo Pisco e há pouco tempo atrás foi de Manuel Campos.

Na defesa do Deputado José Dias Fernandes e agora do Chega, o ex pré-candidato à Presidência da República Portuguesa, Quelhas, não admite falta de carisma, falta de respeito nem intrujas. A política não é taberna de insinuações, é praça pública de responsabilidade. Quem entra nela deve saber que a honra ainda conta.

E quanto ao texto agora publicado, desminto-o frontalmente. Eu, na Suíça, não vi qualquer autocarro. Não vi filas organizadas, não vi transporte pago, não vi distribuição coordenada como ali é descrito. É mentira, pura mentira, pelo menos no que toca à realidade que presenciei. Quem afirma deve provar. Quem acusa deve demonstrar. O resto é bla, bla, bla.

O ex-deputado Paulo Pisco está obcecado com o Chega. Essa obsessão não é nova, é recorrente, é visível na forma como escreve e no alvo que escolhe. Politicamente foi ultrapassado pelo Partido Social Democrata e, sobretudo, pelo Chega nas comunidades. Onde antes o Partido Socialista dominava, hoje perdeu terreno. Passou de primeiro a terceiro em vários contextos da emigração, perdeu voz, perdeu peso, perdeu centralidade.

Quando a influência diminui, cresce a tentação de dramatizar. Quando o eleitorado muda, surge o discurso do alarme. Mas não é com acusações repetidas que se recupera confiança. A emigração pensa pela própria cabeça, vota livremente e não precisa de tutela moral.

Chamar ilegalidade sem prova sólida é grave.

Sugerir esquemas organizados exige factos inequívocos. Até lá, o que fica é a palavra contra a palavra. E eu afirmo, com clareza, que na realidade que vivi não houve qualquer cenário desses. A política faz-se com ideias e votos, não com fantasmas.

autor Quelhas, director revista repórter X 

Joao Carlos Quelhas

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