Crítica ao ‘segurismo’ político do sistema corrupto na segunda volta das eleições presidenciais

Crítica ao 'seguríssimo' político do sistema corrupto na segunda volta das eleições presidenciais
Crítica ao 'seguríssimo' político do sistema corrupto na segunda volta das eleições presidenciais

Crítica ao ‘segurismo’ político do sistema corrupto na segunda volta das eleições presidenciais. Para a segunda volta das eleições presidenciais entre venturismo e socialismo a crítica impõe-se, não por gosto de atacar, mas por dever de lucidez. O que se viu nestas eleições não foi pluralismo, foi reciclagem. Os candidatos afastados da segunda volta pertencem quase todos, sem excepção, ao mesmo sistema gasto, fechado sobre si próprio, que governa Portugal há décadas por alternância simulada, especialmente o PS,  PSD,  CDS,  PCP. À esquerda e à direita, muda a linguagem, mas não muda a essência. É o mesmo poder, a mesma rede, a mesma lógica de sobrevivência política.

Nenhum deles manda no voto dos portugueses. Quem neles votou não assinou um contrato vitalício com os ex. Candidatos derrotados. Hoje os eleitores pode escolher não votar, pode votar em branco, pode votar em quem quiser. O voto é livre, e a consciência não se herda nem se disciplina por aparelhos partidários. São 7 candidaturas, 7 votos possíveis, incapazes de alterar um rumo que se mantém bloqueado por dentro. É manifestamente vergonhoso Luís Marques Mendes apoiar António José Seguro,  mais uma vez se demonstra um sistema podre, não querem perder o poder, não querem perder a mama do sistema, ora mama um, ora mama outro!

Podem todos convergir para o socialismo ou para o ‘segurismo’, mas isso não apaga a memória. O ‘segurismo’ governou com António Guterres e com António Costa, e o país saiu mais endividado, mais dependente e mais desigual e o ‘segurismo’ nunca se destacou, aliás foi posto fora e aparece agora nestas eleições como o salvador da Pátria! António José Seguro aparece agora como salvador tardio, depois de afastado do próprio partido, como se a história pudesse ser apagada a cada eleição.

O PSD confirma aquilo que sempre foi. Com Marques Mendes, revela-se como um PS 2, parte integrante do mesmo sistema, alimentado da mesma mama desde o 25 de Abril de 1974. Alternaram no poder, repartiram cargos, protegeram-se mutuamente, e deixaram o país esmagado por impostos e com serviços públicos degradados. Isto não é apenas uma opinião pessoal. É o sentimento de milhares de portugueses cansados dos mesmos nomes, dos mesmos jogos e das mesmas promessas ocas.

Há, porém, um momento de escolha. A possibilidade de mudar Portugal sem medo e sem tutela. Um Portugal seguro, não de aventuras cegas, mas de ruptura clara com o sistema instalado. Para muitos, André Ventura na Presidência da República representa essa hipótese de confronto directo com uma gestão de país que vive de impostos excessivos e de irresponsabilidade política.

Fora do sistema envenenado que junta PS, PSD, CDS e PCP numa teia antiga de interesses. O futuro não se constrói com os mesmos alicerces gastos. Constrói-se com coragem, com verdade e com exigência. 

Para os jovens que precisam de horizonte.

Para os velhos que merecem dignidade. O país pode elevar o nível de vida e recuperar o respeito por si próprio, se tiver a coragem de romper com o que sempre foi feito.

autor: Quelhas

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